No marco do processo de ordenamento e eficiência do Estado municipal, o Município não renovou mais de 130 contratos administrativos. A medida alcança contratos que finalizam em dezembro e que, após uma análise técnica e administrativa, não foram renovados devido a irregularidades detectadas em sua origem, entre elas a falta de funções atribuídas e contratações realizadas de última hora, sem necessidade operacional justificada. O objetivo é cuidar dos recursos públicos, melhorar a eficiência do Estado e garantir melhores serviços para os moradores.
“Estamos cuidando dos recursos, que não são do governo, mas de cada morador que paga seus impostos. Recebemos um município com contratos assinados de maneira irregular, sem respaldo administrativo e com fins claramente proselitistas. Fizeram um “festival de contratos” que incluiu mais de 900 casos, entre passagens para o quadro permanente e contratos nos últimos meses de 2023, antes de deixar a gestão; isso não se pode sustentar e estamos ordenando”, explicou o prefeito Francisco Azcué.
Da mesma forma, Azcué explicou que o processo de revisão responde a critérios de eficiência e equidade: “Se em uma área são necessárias quatro pessoas e há dez contratadas, quer dizer que não estamos sendo eficientes. Temos a obrigação de sê-lo para poder destinar os recursos onde realmente são necessários.”
O chefe comunal também enfatizou o caráter profundamente injusto de sustentar este tipo de vínculos: “Não é justo para os trabalhadores nem para os moradores sustentar este tipo de contratos. É injusto para aqueles que têm uma carreira administrativa e para aqueles que fazem um esforço todos os meses para pagar seus impostos.”
Finalmente, Azcué sublinhou o objetivo da medida: “Ordenar hoje é o que nos permite investir amanhã em obras, em melhores serviços e em emprego genuíno. Esse é o caminho que escolhemos para que Concordia cresça e é o que estamos fazendo e vamos aprofundar durante os próximos anos”.
Desde o município se esclarece que não se estão demitindo trabalhadores. O que se está fazendo é não renovar contratos administrativos que venceram em dezembro e que foram assinados em sua maioria de maneira irregular durante a gestão anterior, sem funções claras e muitos deles com fins proselitistas.
“É nossa obrigação e o compromisso que assumimos com os concordienses ordenar o município porque só sendo eficientes podemos investir em obras, melhorar os serviços e apostar na geração de emprego genuíno. Este é o rumo que propusemos e o seguiremos aprofundando durante nossa gestão”, concluiu Azcué.
“Estamos cuidando dos recursos, que não são do governo, mas de cada morador que paga seus impostos. Recebemos um município com contratos assinados de maneira irregular, sem respaldo administrativo e com fins claramente proselitistas. Fizeram um “festival de contratos” que incluiu mais de 900 casos, entre passagens para o quadro permanente e contratos nos últimos meses de 2023, antes de deixar a gestão; isso não se pode sustentar e estamos ordenando”, explicou o prefeito Francisco Azcué.
Da mesma forma, Azcué explicou que o processo de revisão responde a critérios de eficiência e equidade: “Se em uma área são necessárias quatro pessoas e há dez contratadas, quer dizer que não estamos sendo eficientes. Temos a obrigação de sê-lo para poder destinar os recursos onde realmente são necessários.”
O chefe comunal também enfatizou o caráter profundamente injusto de sustentar este tipo de vínculos: “Não é justo para os trabalhadores nem para os moradores sustentar este tipo de contratos. É injusto para aqueles que têm uma carreira administrativa e para aqueles que fazem um esforço todos os meses para pagar seus impostos.”
Finalmente, Azcué sublinhou o objetivo da medida: “Ordenar hoje é o que nos permite investir amanhã em obras, em melhores serviços e em emprego genuíno. Esse é o caminho que escolhemos para que Concordia cresça e é o que estamos fazendo e vamos aprofundar durante os próximos anos”.
Desde o município se esclarece que não se estão demitindo trabalhadores. O que se está fazendo é não renovar contratos administrativos que venceram em dezembro e que foram assinados em sua maioria de maneira irregular durante a gestão anterior, sem funções claras e muitos deles com fins proselitistas.
“É nossa obrigação e o compromisso que assumimos com os concordienses ordenar o município porque só sendo eficientes podemos investir em obras, melhorar os serviços e apostar na geração de emprego genuíno. Este é o rumo que propusemos e o seguiremos aprofundando durante nossa gestão”, concluiu Azcué.
