
A atividade ocorreu no Salão de Atos da Prefeitura de Concordia e contou com a participação da subsecretária de Saúde, Florencia Prieto, da diretora de Gestão Preventiva Yanina Techera e da diretora de Deficiência e Reabilitação, Valeria Sciammarella.
A iniciativa nasce por parte da intérprete de língua de sinais Silvina Helber que, por sua vez, esteve a cargo de realizar a interpretação do mesmo. Segundo detalhou Sciammarella “a oficina surge a partir de uma inquietação de Silvina, já que ela tem uma linha telefônica pela qual se comunica com a comunidade surda e sempre lhe pedem conselhos ou intervenções para quando vão realizar algum trâmite. Através de videochamadas ela interpreta essas pessoas e daí parte a necessidade de realizar esta oficina”
A organização do encontro foi um trabalho articulado entre a Direção de Deficiência e Reabilitação e a Direção de Gestão Preventiva da Municipalidade de Concordia. Da mesma forma, a organização destacou que a finalidade da oficina foi aprofundar o conhecimento e cuidado do corpo e a prevenção de ISTs (Infecções Sexualmente Transmissíveis).
A respeito disso, a subsecretária de Saúde, Florencia Prieto, assinalou que foi um momento muito positivo. Desde a área de Gestão Preventiva está se tentando abordar populações que não têm acesso à informação que requerem. Trabalhamos já com adultos maiores e neste caso o estamos fazendo com mulheres com um certo grau de hipoacusia ou surdez. Foi feita uma reunião, que foi possível graças ao papel da tradutora, Silvina Heber. Houve muito intercâmbio, evidentemente era necessário criar este espaço, para que possam fazer consultas, expor as dificuldades que têm para acessar o atendimento médico, contar suas experiências e além disso capacitar-se especialmente em todo o cuidado de sua saúde. Por isso queremos que se saiba que este espaço estará disponível de agora em diante para todas aquelas que queiram participar futuramente”.
Por sua vez, Florencia Stechina, coordenadora da área de Diversidade Sexual, destacou a importância de criar estes encontros onde se capacita e se torna acessível a comunicação. “Muitas vezes as mulheres precisam se informar ou ir às consultas médicas e requerem o acompanhamento de um intérprete e é bom que elas possam ter autoconhecimento e contar com o que precisam”.
Finalmente, Eloisa Azanza, coordenadora da área de Infecções Sexualmente Transmissíveis, destacou que além de falar sobre a sexualidade e a saúde reprodutiva, “pudemos avançar em vencer as barreiras de comunicação em temas muito importantes, como é o acesso ao sistema de saúde, e também aproximar ferramentas e toda a informação que está disponível e que elas precisam. É um objetivo da Direção de Gestão Preventiva nos orientarmos a alcançar o acesso da cidadania aos seus direitos, porque apostamos em uma cidadania autônoma, informada, responsável por sua saúde”.
A iniciativa nasce por parte da intérprete de língua de sinais Silvina Helber que, por sua vez, esteve a cargo de realizar a interpretação do mesmo. Segundo detalhou Sciammarella “a oficina surge a partir de uma inquietação de Silvina, já que ela tem uma linha telefônica pela qual se comunica com a comunidade surda e sempre lhe pedem conselhos ou intervenções para quando vão realizar algum trâmite. Através de videochamadas ela interpreta essas pessoas e daí parte a necessidade de realizar esta oficina”
A organização do encontro foi um trabalho articulado entre a Direção de Deficiência e Reabilitação e a Direção de Gestão Preventiva da Municipalidade de Concordia. Da mesma forma, a organização destacou que a finalidade da oficina foi aprofundar o conhecimento e cuidado do corpo e a prevenção de ISTs (Infecções Sexualmente Transmissíveis).
A respeito disso, a subsecretária de Saúde, Florencia Prieto, assinalou que foi um momento muito positivo. Desde a área de Gestão Preventiva está se tentando abordar populações que não têm acesso à informação que requerem. Trabalhamos já com adultos maiores e neste caso o estamos fazendo com mulheres com um certo grau de hipoacusia ou surdez. Foi feita uma reunião, que foi possível graças ao papel da tradutora, Silvina Heber. Houve muito intercâmbio, evidentemente era necessário criar este espaço, para que possam fazer consultas, expor as dificuldades que têm para acessar o atendimento médico, contar suas experiências e além disso capacitar-se especialmente em todo o cuidado de sua saúde. Por isso queremos que se saiba que este espaço estará disponível de agora em diante para todas aquelas que queiram participar futuramente”.
Por sua vez, Florencia Stechina, coordenadora da área de Diversidade Sexual, destacou a importância de criar estes encontros onde se capacita e se torna acessível a comunicação. “Muitas vezes as mulheres precisam se informar ou ir às consultas médicas e requerem o acompanhamento de um intérprete e é bom que elas possam ter autoconhecimento e contar com o que precisam”.
Finalmente, Eloisa Azanza, coordenadora da área de Infecções Sexualmente Transmissíveis, destacou que além de falar sobre a sexualidade e a saúde reprodutiva, “pudemos avançar em vencer as barreiras de comunicação em temas muito importantes, como é o acesso ao sistema de saúde, e também aproximar ferramentas e toda a informação que está disponível e que elas precisam. É um objetivo da Direção de Gestão Preventiva nos orientarmos a alcançar o acesso da cidadania aos seus direitos, porque apostamos em uma cidadania autônoma, informada, responsável por sua saúde”.
