Comunicado do EDOS
Diante de versões jornalísticas mal-intencionadas que indicavam que na estação de tratamento de água teria “ocorrido um novo vazamento tóxico”, o Ente Descentralizado de Obras Sanitárias (EDOS) informa que tal situação nunca existiu e, mais importante ainda, em nenhum momento a saúde da população esteve em risco.
Após deixar claros estes dois aspectos, o EDOS assinala que na última sexta-feira, 24 de abril, no período da tarde, ocorreu um episódio que é totalmente contrário ao que foi informado em alguns meios de comunicação que, de maneira irresponsável, divulgaram informações falsas à comunidade apenas buscando maliciosamente levar intranquilidade.
“Naquele dia, uma das bombas dosadoras de coagulante que alimenta um dos canais do módulo B da estação apresentou uma interrupção parcial no fornecimento de coagulante (PAC), devido à obstrução de uma das mangueiras do sistema. Esta situação se estendeu por um breve período, estimado entre 30 e 40 minutos. Ao detectar o inconveniente, agiu-se de maneira imediata para mitigar a contingência, conforme o Procedimento Operacional Padrão — código DP-DPyL-DL-DGR 016.00 “Medidas de contingência em caso de perda de floculação” —, conseguindo normalizar o serviço sem afetar a qualidade da água fornecida à população nem o volume de água potável armazenado na cisterna do módulo B. O exposto encontra-se respaldado por registros internos do Laboratório de Controle de Qualidade da Estação de Tratamento”, explicou o responsável pela estação, Eng. Ricardo Rosales.
O EDOS indicou que este tipo de contingência conta com procedimentos operacionais padronizados, os quais foram criados na presente gestão e que o pessoal está capacitado para sua abordagem, o que permitiu uma rápida normalização do sistema.
O EDOS ressalta, para tranquilidade de toda a comunidade, que em nenhum momento houve qualquer tipo de vazamento tóxico nem a população esteve em risco.
Diante de versões jornalísticas mal-intencionadas que indicavam que na estação de tratamento de água teria “ocorrido um novo vazamento tóxico”, o Ente Descentralizado de Obras Sanitárias (EDOS) informa que tal situação nunca existiu e, mais importante ainda, em nenhum momento a saúde da população esteve em risco.
Após deixar claros estes dois aspectos, o EDOS assinala que na última sexta-feira, 24 de abril, no período da tarde, ocorreu um episódio que é totalmente contrário ao que foi informado em alguns meios de comunicação que, de maneira irresponsável, divulgaram informações falsas à comunidade apenas buscando maliciosamente levar intranquilidade.
“Naquele dia, uma das bombas dosadoras de coagulante que alimenta um dos canais do módulo B da estação apresentou uma interrupção parcial no fornecimento de coagulante (PAC), devido à obstrução de uma das mangueiras do sistema. Esta situação se estendeu por um breve período, estimado entre 30 e 40 minutos. Ao detectar o inconveniente, agiu-se de maneira imediata para mitigar a contingência, conforme o Procedimento Operacional Padrão — código DP-DPyL-DL-DGR 016.00 “Medidas de contingência em caso de perda de floculação” —, conseguindo normalizar o serviço sem afetar a qualidade da água fornecida à população nem o volume de água potável armazenado na cisterna do módulo B. O exposto encontra-se respaldado por registros internos do Laboratório de Controle de Qualidade da Estação de Tratamento”, explicou o responsável pela estação, Eng. Ricardo Rosales.
O EDOS indicou que este tipo de contingência conta com procedimentos operacionais padronizados, os quais foram criados na presente gestão e que o pessoal está capacitado para sua abordagem, o que permitiu uma rápida normalização do sistema.
O EDOS ressalta, para tranquilidade de toda a comunidade, que em nenhum momento houve qualquer tipo de vazamento tóxico nem a população esteve em risco.
