Esta manhã o prefeito Francisco Azcué, junto aos integrantes do Comitê Operativo de Emergências (COE), liderou uma nova reunião onde se avançou nas distintas ações que vêm sendo desenvolvidas com o objetivo de determinar funções no protocolo de atuação diante da possível chegada e impacto que teria o fenômeno de “El Niño” em Concordia.
Uma das medidas anunciadas pelo prefeito é o envio ao Conselho Deliberante de um projeto para declarar a emergência hídrica e climática em Concordia, até o mês de março do ano que vem, com a possibilidade de ser prorrogável se necessário, com o objetivo de prevenir, mitigar e atender os efeitos derivados de fenômenos meteorológicos extraordinários e garantir a continuidade dos serviços e funções essenciais
Também anunciou a designação do secretário de Saúde Diego Sauré como coordenador operativo do COE, cuja responsabilidade será a de aprofundar o trabalho articulado com as instituições e organismos que o compõem, respeitando as competências e autonomia de cada área.
COMITÊ ATIVO
Sobre o funcionamento do COE, Azcué foi claro: “está integrado por instituições prestigiosas, com experiência e muito comprometidas, trabalhando permanentemente. Com os prognósticos negativos que estão sendo manejados, que indicam que o mais grave se espera para o período compreendido entre os meses de setembro e março, estamos aprofundando as responsabilidades e atuações dentro do protocolo estabelecido, utilizando como base e método de trabalho, um sistema desenvolvido pelo Exército Argentino que nos permite ir avaliando o impacto da cheia de acordo com os diferentes níveis”.
Outro dado importante ressaltado pelo prefeito é o efeito das precipitações, que se espera que sejam intensas como as que ocorreram ultimamente. Para isso é fundamental o trabalho preventivo realizado pela Municipalidade na manutenção das estações de bombeamento da Defesa Sul; limpeza de pluviais, esgotos, canais e arroios. “Quanto mais se puder mitigar o impacto das chuvas, menos problemas vão se apresentar dentro da cidade, por isso é importante que os moradores colaborem e não joguem resíduos ou dejetos que possam obstruir o normal funcionamento destes setores”.
Por último Azcué ressaltou que “os prognósticos não são bons, por isso pedimos que levemos as coisas a sério, cada um desde o lugar que lhe corresponde, sendo o mais responsáveis e profissionais possíveis porque estamos diante de uma situação complexa. Estamos falando de uma cheia importante de níveis que, no mínimo, poderia chegar aos 15 metros”.
A CIDADE SEGUE FUNCIONANDO
Por sua vez Sauré sustentou que “além da problemática que se nos apresente, a cidade tem que seguir funcionando como tal, independentemente do que nos aconteça, por isso é importante profissionalizar a crise e essa é a decisão que foi tomada. Através do sistema elaborado pelo Exército já contamos com informação e estatísticas desde o ano 1950 ao presente que nos vai permitir ir estabelecendo com antecipação, por exemplo, quantas famílias ou pessoas precisam ser trasladadas à medida que o rio sobe”.
“Não queremos levar maior preocupação à comunidade, mas sim que saibam que o planejamento com o qual estamos trabalhando prevê distintos cenários. Não sabemos o que vai acontecer, qual vai ser a magnitude, mas devemos estar preparados”, concluiu Sauré.
COMPORTAMENTO ATUAL DO RIO
No que diz respeito ao comportamento atual do rio Uruguai, desde a área de Hidrologia da Comissão Técnica Mista de Salto Grande (CTM) foi informado que se está atravessando um período de cheia ordinária, a qual está ingressando na fase de recessão que tenderá a ir baixando o nível para o fim de semana.
Com respeito a isto último, o coordenador operativo do COE indicou que isto permitirá o retorno às suas moradias das seis famílias que foram evacuadas de maneira preventiva no início da semana.
Uma das medidas anunciadas pelo prefeito é o envio ao Conselho Deliberante de um projeto para declarar a emergência hídrica e climática em Concordia, até o mês de março do ano que vem, com a possibilidade de ser prorrogável se necessário, com o objetivo de prevenir, mitigar e atender os efeitos derivados de fenômenos meteorológicos extraordinários e garantir a continuidade dos serviços e funções essenciais
Também anunciou a designação do secretário de Saúde Diego Sauré como coordenador operativo do COE, cuja responsabilidade será a de aprofundar o trabalho articulado com as instituições e organismos que o compõem, respeitando as competências e autonomia de cada área.
COMITÊ ATIVO
Sobre o funcionamento do COE, Azcué foi claro: “está integrado por instituições prestigiosas, com experiência e muito comprometidas, trabalhando permanentemente. Com os prognósticos negativos que estão sendo manejados, que indicam que o mais grave se espera para o período compreendido entre os meses de setembro e março, estamos aprofundando as responsabilidades e atuações dentro do protocolo estabelecido, utilizando como base e método de trabalho, um sistema desenvolvido pelo Exército Argentino que nos permite ir avaliando o impacto da cheia de acordo com os diferentes níveis”.
Outro dado importante ressaltado pelo prefeito é o efeito das precipitações, que se espera que sejam intensas como as que ocorreram ultimamente. Para isso é fundamental o trabalho preventivo realizado pela Municipalidade na manutenção das estações de bombeamento da Defesa Sul; limpeza de pluviais, esgotos, canais e arroios. “Quanto mais se puder mitigar o impacto das chuvas, menos problemas vão se apresentar dentro da cidade, por isso é importante que os moradores colaborem e não joguem resíduos ou dejetos que possam obstruir o normal funcionamento destes setores”.
Por último Azcué ressaltou que “os prognósticos não são bons, por isso pedimos que levemos as coisas a sério, cada um desde o lugar que lhe corresponde, sendo o mais responsáveis e profissionais possíveis porque estamos diante de uma situação complexa. Estamos falando de uma cheia importante de níveis que, no mínimo, poderia chegar aos 15 metros”.
A CIDADE SEGUE FUNCIONANDO
Por sua vez Sauré sustentou que “além da problemática que se nos apresente, a cidade tem que seguir funcionando como tal, independentemente do que nos aconteça, por isso é importante profissionalizar a crise e essa é a decisão que foi tomada. Através do sistema elaborado pelo Exército já contamos com informação e estatísticas desde o ano 1950 ao presente que nos vai permitir ir estabelecendo com antecipação, por exemplo, quantas famílias ou pessoas precisam ser trasladadas à medida que o rio sobe”.
“Não queremos levar maior preocupação à comunidade, mas sim que saibam que o planejamento com o qual estamos trabalhando prevê distintos cenários. Não sabemos o que vai acontecer, qual vai ser a magnitude, mas devemos estar preparados”, concluiu Sauré.
COMPORTAMENTO ATUAL DO RIO
No que diz respeito ao comportamento atual do rio Uruguai, desde a área de Hidrologia da Comissão Técnica Mista de Salto Grande (CTM) foi informado que se está atravessando um período de cheia ordinária, a qual está ingressando na fase de recessão que tenderá a ir baixando o nível para o fim de semana.
Com respeito a isto último, o coordenador operativo do COE indicou que isto permitirá o retorno às suas moradias das seis famílias que foram evacuadas de maneira preventiva no início da semana.
