Nos primeiros dias do mês de agosto, o Conselho Deliberante aprovou uma ordenança que cria a Certificação de Qualidade Edilícia, um sistema de reconhecimento destinado a destacar aquelas construções que se caracterizem por sua habitabilidade, design responsável, sustentabilidade e contribuição social.
“A iniciativa está orientada a obras novas ou recentes que contem com o habite-se correspondente. Buscamos premiar aqueles que cumprem e elevam os padrões de qualidade construtiva na cidade”, explicou Alejandro López, Secretário de Desenvolvimento Urbano, acrescentando que ficam excluídos os projetos que tenham sido realizados por via de exceções às normativas ou que registrem sanções.
Além disso, o funcionário destacou que a ordenança complementa as medidas que o prefeito Francisco Azcué está implementando para impulsionar o setor imobiliário. Isso, por sua vez, busca gerar desenvolvimento, emprego e dinamizar a economia local.
A ORDENANÇA, EM DETALHES
A ordenança estabelece que a avaliação estará a cargo das áreas técnicas da Secretaria de Desenvolvimento Urbano, com aval do Conselho Assessor de Planejamento, onde participam instituições profissionais vinculadas à atividade.
Como será a avaliação:
A certificação será outorgada a partir de um sistema de pontuação com um máximo de 100 pontos e um mínimo de 60 para qualificar. Serão levados em conta quatro grandes rubros:
Habitabilidade (30 pontos): ventilação e iluminação natural, acessibilidade, segurança e presença de áreas verdes.
Arquitetura e design (25 pontos): integração com o entorno e design inclusivo.
Sustentabilidade e eficiência (25 pontos): uso de energias renováveis, terraços verdes, captação de água da chuva e eficiência no consumo.
Valor agregado social/comunitário (20 pontos): incorporação de espaços comuns, áreas culturais e propostas abertas à comunidade.
Além disso, a norma contempla categorias específicas para residências unifamiliares e multifamiliares, edifícios em altura, locais comerciais e escritórios, entre outras tipologias.
INCENTIVOS PARA OS PROJETOS DISTINGUIDOS
O Executivo municipal poderá outorgar benefícios às obras certificadas, como redução de taxas municipais, prioridade em trâmites e habilitações ou até mesmo reconhecimento público mediante programas de difusão.
A ordenança não apenas aponta para estabelecer regras claras, mas também para promover uma cultura de melhoria contínua no setor da construção, incentivando a responsabilidade profissional e o respeito ao usuário final. Em termos práticos, impacta arquitetos, engenheiros, desenvolvedores, comerciantes e moradores que apostam em uma cidade com maior qualidade edilícia e urbanística.
“A iniciativa está orientada a obras novas ou recentes que contem com o habite-se correspondente. Buscamos premiar aqueles que cumprem e elevam os padrões de qualidade construtiva na cidade”, explicou Alejandro López, Secretário de Desenvolvimento Urbano, acrescentando que ficam excluídos os projetos que tenham sido realizados por via de exceções às normativas ou que registrem sanções.
Além disso, o funcionário destacou que a ordenança complementa as medidas que o prefeito Francisco Azcué está implementando para impulsionar o setor imobiliário. Isso, por sua vez, busca gerar desenvolvimento, emprego e dinamizar a economia local.
A ORDENANÇA, EM DETALHES
A ordenança estabelece que a avaliação estará a cargo das áreas técnicas da Secretaria de Desenvolvimento Urbano, com aval do Conselho Assessor de Planejamento, onde participam instituições profissionais vinculadas à atividade.
Como será a avaliação:
A certificação será outorgada a partir de um sistema de pontuação com um máximo de 100 pontos e um mínimo de 60 para qualificar. Serão levados em conta quatro grandes rubros:
Habitabilidade (30 pontos): ventilação e iluminação natural, acessibilidade, segurança e presença de áreas verdes.
Arquitetura e design (25 pontos): integração com o entorno e design inclusivo.
Sustentabilidade e eficiência (25 pontos): uso de energias renováveis, terraços verdes, captação de água da chuva e eficiência no consumo.
Valor agregado social/comunitário (20 pontos): incorporação de espaços comuns, áreas culturais e propostas abertas à comunidade.
Além disso, a norma contempla categorias específicas para residências unifamiliares e multifamiliares, edifícios em altura, locais comerciais e escritórios, entre outras tipologias.
INCENTIVOS PARA OS PROJETOS DISTINGUIDOS
O Executivo municipal poderá outorgar benefícios às obras certificadas, como redução de taxas municipais, prioridade em trâmites e habilitações ou até mesmo reconhecimento público mediante programas de difusão.
A ordenança não apenas aponta para estabelecer regras claras, mas também para promover uma cultura de melhoria contínua no setor da construção, incentivando a responsabilidade profissional e o respeito ao usuário final. Em termos práticos, impacta arquitetos, engenheiros, desenvolvedores, comerciantes e moradores que apostam em uma cidade com maior qualidade edilícia e urbanística.
