Nesta sexta-feira, o prefeito Francisco Azcué liderou uma nova reunião de gabinete onde um dos principais temas abordados foi o avanço do Plano de Infraestrutura e Desenvolvimento rumo ao Bicentenário, cujo investimento, com recursos próprios, para este ano, gira em torno de 20 bilhões de pesos.
“Sabemos que a cada quadra pavimentada, cada obra e melhoria feita nos bairros, estamos melhorando o dia a dia de muitos moradores para que, quando chove, não fiquem na lama, para que possam transitar e levar as crianças à escola sem complicações; por isso queremos dar cada vez mais ritmo a este plano que, em última análise, busca devolver aos cidadãos o que contribuem com seus impostos”, destacou Azcué.
Tal como o prefeito havia anunciado na abertura das sessões deste ano, está avançando o processo licitatório de uma usina asfáltica que prevê um investimento total de 1,125 bilhão de pesos, com uma capacidade mínima de 60 toneladas por hora e uma economia estimada, em função da quantidade de mistura produzida no ano, de 40% em relação à contratação de terceiros.
Isso dará maior ritmo à produção e execução de obras, devolvendo autonomia e controle da rede viária à Municipalidade. Além disso, gerará trabalho local e capacitação técnica ao pessoal municipal.
Quanto mais asfalto a usina produz, mais rápido se recupera o investimento e maior é a economia para a cidade, já que o Município deixará de esperar a disponibilidade de fornecedores, obtendo maior independência na hora de executar as obras. Passa de comprar asfalto a produzi-lo. A esses benefícios soma-se o fato de que a usina é responsável com o meio ambiente, já que seu sistema permite reduzir significativamente as emissões de partículas e conta com padrões em instalações de vanguarda internacional.
USINA DE BLOCOS DE CONCRETO
Também foi informado sobre a Usina Municipal de Blocos de Concreto, que demandará um investimento total de 130 milhões de pesos, permitindo uma produção diária de 2.100 blocos e a execução de 1,5 quadra por mês de pavimento articulado.
Quanto à economia que gerará para a Municipalidade, a título de exemplo, foi indicado na reunião de Gabinete que, comprando de terceiros, 4 quadras de blocos custariam cerca de 90 milhões de pesos. Fazê-lo com recursos próprios, 28 milhões de pesos, ou seja, 69% menos de custo.
Da mesma forma, o Secretário de Obras Públicas, Fernando Esquibel, informou sobre os trabalhos que estão sendo executados no âmbito do programa de obras em diferentes bairros da cidade, relacionados a tapa-buracos, meio-fio e drenagem pluvial.
“Sabemos que a cada quadra pavimentada, cada obra e melhoria feita nos bairros, estamos melhorando o dia a dia de muitos moradores para que, quando chove, não fiquem na lama, para que possam transitar e levar as crianças à escola sem complicações; por isso queremos dar cada vez mais ritmo a este plano que, em última análise, busca devolver aos cidadãos o que contribuem com seus impostos”, destacou Azcué.
Tal como o prefeito havia anunciado na abertura das sessões deste ano, está avançando o processo licitatório de uma usina asfáltica que prevê um investimento total de 1,125 bilhão de pesos, com uma capacidade mínima de 60 toneladas por hora e uma economia estimada, em função da quantidade de mistura produzida no ano, de 40% em relação à contratação de terceiros.
Isso dará maior ritmo à produção e execução de obras, devolvendo autonomia e controle da rede viária à Municipalidade. Além disso, gerará trabalho local e capacitação técnica ao pessoal municipal.
Quanto mais asfalto a usina produz, mais rápido se recupera o investimento e maior é a economia para a cidade, já que o Município deixará de esperar a disponibilidade de fornecedores, obtendo maior independência na hora de executar as obras. Passa de comprar asfalto a produzi-lo. A esses benefícios soma-se o fato de que a usina é responsável com o meio ambiente, já que seu sistema permite reduzir significativamente as emissões de partículas e conta com padrões em instalações de vanguarda internacional.
USINA DE BLOCOS DE CONCRETO
Também foi informado sobre a Usina Municipal de Blocos de Concreto, que demandará um investimento total de 130 milhões de pesos, permitindo uma produção diária de 2.100 blocos e a execução de 1,5 quadra por mês de pavimento articulado.
Quanto à economia que gerará para a Municipalidade, a título de exemplo, foi indicado na reunião de Gabinete que, comprando de terceiros, 4 quadras de blocos custariam cerca de 90 milhões de pesos. Fazê-lo com recursos próprios, 28 milhões de pesos, ou seja, 69% menos de custo.
Da mesma forma, o Secretário de Obras Públicas, Fernando Esquibel, informou sobre os trabalhos que estão sendo executados no âmbito do programa de obras em diferentes bairros da cidade, relacionados a tapa-buracos, meio-fio e drenagem pluvial.
