A Municipalidade de Concordia e o Ministério de Capital Humano da Nação continuam trabalhando na consolidação de políticas sociais na cidade através do Programa “Centros de Familia”. Esta segunda instância conta com 12 novos espaços aderidos para que os jovens beneficiários possam acessar clubes, oficinas artísticas e culturais em instituições locais.
O prefeito Francisco Azcué destacou que “as famílias são o núcleo de desenvolvimento e é importante fortalecê-las para conseguir recompor os laços familiares. Isso significa que, como Estado, devemos gerar as ferramentas para que consigam, mas também a comunidade deve superar-se, esforçar-se e capacitar-se, que é uma das instâncias deste programa, enquanto seus filhos assistem a diferentes instituições culturais, acadêmicas ou esportivas para realizar atividades”.
Nesse aspecto, adiantou que o objetivo é que, uma vez finalizada esta segunda instância, seja alcançar mais famílias, somando também mais centros aderidos: “Temos uma excelente relação com a ministra Sandra Pettovello e com toda a equipe de Capital Humano e trabalhamos na perspectiva de ampliar o programa e beneficiar mais crianças e famílias”.
UMA POLÍTICA PÚBLICA EM EVOLUÇÃO
“Hoje estamos encerrando uma nova instância de uma política pública que vem evoluindo através de Capital Humano, tendo um papel de facilitadores para que este processo tenha bons resultados em Concordia e no país, já que é em nossa cidade onde se começou a implementar pela primeira vez”, afirmou o Secretário de Desenvolvimento Humano Sebastián Arístide.
Através do Programa “Centros de Familia”, o que se busca é “chegar aos núcleos familiares que atualmente não estão sendo alcançados por ações que lhes permitam ter presença na comunidade. Foi colocado sobre a mesa e, com diferentes estratégias, estão sendo abordados”, sustentou Arístide.
“A EXPERIÊNCIA DE CONCORDIA É MUITO BOA”
Por sua vez, o Diretor de Planejamento Territorial do Ministério de Capital Humano, Francisco Palacin, assinalou sua satisfação pelo que foi alcançado até o momento, sublinhando que “a experiência de Concordia é muito boa, por isso o que queremos é continuar avançando, com pequenos passos, para chegar cada vez a mais população”.
“Aqui colocou-se o foco na família com um novo paradigma de política pública, que é deixar de fazer como se fazia antes e que cada criança ou família, através do que eles escolherem, assistam e pertençam à instituição que quiserem e sejam parte das atividades extracurriculares”, indicou.
CENTROS ADERIDOS
Para esta nova etapa do Programa “Centros de Familia”, somaram-se as seguintes instituições: Asociación Civil Club Deportivo Real Concordia; Club Unión de Concordia; Asociación Civil Educando a Cielo Abierto; Pirañas Rugby Club; Club Atlético, Social y Deportivo San Lorenzo; Instituto Danza Pasión; Estudio de Danzas Cynthia Patiño; Instituto Almas Danzantes; Asociación Civil Por el Silencio; Club Atlético Monseñor Rösch e o Club Atlético Colegiales.
O prefeito Francisco Azcué destacou que “as famílias são o núcleo de desenvolvimento e é importante fortalecê-las para conseguir recompor os laços familiares. Isso significa que, como Estado, devemos gerar as ferramentas para que consigam, mas também a comunidade deve superar-se, esforçar-se e capacitar-se, que é uma das instâncias deste programa, enquanto seus filhos assistem a diferentes instituições culturais, acadêmicas ou esportivas para realizar atividades”.
Nesse aspecto, adiantou que o objetivo é que, uma vez finalizada esta segunda instância, seja alcançar mais famílias, somando também mais centros aderidos: “Temos uma excelente relação com a ministra Sandra Pettovello e com toda a equipe de Capital Humano e trabalhamos na perspectiva de ampliar o programa e beneficiar mais crianças e famílias”.
UMA POLÍTICA PÚBLICA EM EVOLUÇÃO
“Hoje estamos encerrando uma nova instância de uma política pública que vem evoluindo através de Capital Humano, tendo um papel de facilitadores para que este processo tenha bons resultados em Concordia e no país, já que é em nossa cidade onde se começou a implementar pela primeira vez”, afirmou o Secretário de Desenvolvimento Humano Sebastián Arístide.
Através do Programa “Centros de Familia”, o que se busca é “chegar aos núcleos familiares que atualmente não estão sendo alcançados por ações que lhes permitam ter presença na comunidade. Foi colocado sobre a mesa e, com diferentes estratégias, estão sendo abordados”, sustentou Arístide.
“A EXPERIÊNCIA DE CONCORDIA É MUITO BOA”
Por sua vez, o Diretor de Planejamento Territorial do Ministério de Capital Humano, Francisco Palacin, assinalou sua satisfação pelo que foi alcançado até o momento, sublinhando que “a experiência de Concordia é muito boa, por isso o que queremos é continuar avançando, com pequenos passos, para chegar cada vez a mais população”.
“Aqui colocou-se o foco na família com um novo paradigma de política pública, que é deixar de fazer como se fazia antes e que cada criança ou família, através do que eles escolherem, assistam e pertençam à instituição que quiserem e sejam parte das atividades extracurriculares”, indicou.
CENTROS ADERIDOS
Para esta nova etapa do Programa “Centros de Familia”, somaram-se as seguintes instituições: Asociación Civil Club Deportivo Real Concordia; Club Unión de Concordia; Asociación Civil Educando a Cielo Abierto; Pirañas Rugby Club; Club Atlético, Social y Deportivo San Lorenzo; Instituto Danza Pasión; Estudio de Danzas Cynthia Patiño; Instituto Almas Danzantes; Asociación Civil Por el Silencio; Club Atlético Monseñor Rösch e o Club Atlético Colegiales.
