
Diferentes áreas do Município coordenam ações com entidades provinciais destinadas à prevenção da dengue. A Subsecretaria de Saúde informou que houve cinco casos, importados de outras províncias, e ressaltou que a Zoonoses é fundamental para trabalhar as doenças transmitidas por vetores.
A subsecretária de Saúde, Florencia Prieto, afirmou que a área de Prevenção e Promoção começará a realizar detecções de casos febris ou suspeitos nas zonas, ou no domicílio onde tenha sido detectado o caso suspeito ou confirmado. Além disso, somarão limpezas de terrenos, eliminação de criadouros e fumigações de acordo com o que for necessário realizar.
“Os casos de dengue que houve foram poucos e todos importados, não locais. De qualquer modo, é muito importante a pesquisa da suspeita, que a pessoa não se medique por conta própria e que consulte o médico”, sustentou. E acrescentou: “O que fazemos para a dengue serve depois para o Zika, Chikungunya, Leishmaniose, Encefalite Equina, etc.”.
Por outro lado, especificou que estão trabalhando com ovitrampas para detectar precocemente o surgimento das larvas de Aedes e conseguir saber o índice de larvas, o que permite alertar quando uma zona ou região terá maior crescimento ou desenvolvimento do mosquito: “É aí que se ataca com a fumigação e com a abordagem de limpeza, por isso precisamos da colaboração de todos”, sublinhou.
RECOMENDAÇÕES
A Subsecretaria de Saúde informou fatores importantes a serem levados em conta para a temporada de verão a respeito dos cuidados dos moradores e das fumigações: eliminar criadouros, evitar o acúmulo de água e também evitar a exposição ao mosquito usando, por exemplo, roupas adequadas e repelente.
“Quando fazemos as fumigações, destruímos outras espécies que se encontram ali, como por exemplo as libélulas, que são as que se alimentam das larvas dos mosquitos; então, a fumigação só mata o mosquito adulto, não as larvas, por isso é tão importante o trabalho em conjunto entre todos”.
Prieto também se referiu à limpeza posterior à cheia, recomendando evitar mistura de produtos e tomar as precauções possíveis caso entrem em uma residência que não é habitada há muito tempo, levando em conta que pode haver elementos em curto-circuito, entre outras questões.
A subsecretária de Saúde, Florencia Prieto, afirmou que a área de Prevenção e Promoção começará a realizar detecções de casos febris ou suspeitos nas zonas, ou no domicílio onde tenha sido detectado o caso suspeito ou confirmado. Além disso, somarão limpezas de terrenos, eliminação de criadouros e fumigações de acordo com o que for necessário realizar.
“Os casos de dengue que houve foram poucos e todos importados, não locais. De qualquer modo, é muito importante a pesquisa da suspeita, que a pessoa não se medique por conta própria e que consulte o médico”, sustentou. E acrescentou: “O que fazemos para a dengue serve depois para o Zika, Chikungunya, Leishmaniose, Encefalite Equina, etc.”.
Por outro lado, especificou que estão trabalhando com ovitrampas para detectar precocemente o surgimento das larvas de Aedes e conseguir saber o índice de larvas, o que permite alertar quando uma zona ou região terá maior crescimento ou desenvolvimento do mosquito: “É aí que se ataca com a fumigação e com a abordagem de limpeza, por isso precisamos da colaboração de todos”, sublinhou.
RECOMENDAÇÕES
A Subsecretaria de Saúde informou fatores importantes a serem levados em conta para a temporada de verão a respeito dos cuidados dos moradores e das fumigações: eliminar criadouros, evitar o acúmulo de água e também evitar a exposição ao mosquito usando, por exemplo, roupas adequadas e repelente.
“Quando fazemos as fumigações, destruímos outras espécies que se encontram ali, como por exemplo as libélulas, que são as que se alimentam das larvas dos mosquitos; então, a fumigação só mata o mosquito adulto, não as larvas, por isso é tão importante o trabalho em conjunto entre todos”.
Prieto também se referiu à limpeza posterior à cheia, recomendando evitar mistura de produtos e tomar as precauções possíveis caso entrem em uma residência que não é habitada há muito tempo, levando em conta que pode haver elementos em curto-circuito, entre outras questões.
