
Diante da quantidade de casos de dengue que foram registrados em nível provincial em geral e na cidade de Concordia em particular, a Subsecretaria de Saúde da Municipalidade de Concordia lembra quais são as medidas que a população deve tomar para evitar a proliferação do mosquito Aedes Aegypti.
A Dra. Florencia Prieto, subsecretária de Saúde, enfatizou que a principal ferramenta preventiva é a limpeza “para a qual precisamos da colaboração de toda a comunidade. É importante manter limpos os domicílios, eliminando qualquer elemento que possa permitir a presença do mosquito Aedes Aegypti, especialmente recipientes com água, independentemente do tamanho”, pontuou.
Nesse sentido, ressaltou que, embora a Prefeitura continue realizando fumigações em espaços públicos e fora das residências, estas “erradicam o mosquito adulto de maneira transitória, mas não as larvas; por isso, é preciso revisar cada canto das casas para que não existam locais onde estas proliferem”.
ORDENANÇA
Prieto lembrou que em Concordia existe uma Ordenança do ano de 2009, a 33.822, que tem por objetivo promover ações para prevenir o surgimento autóctone da Dengue nas diferentes variedades e controlar dentro da Jurisdição Municipal de Concordia, e em particular nas zonas mais vulneráveis, os criadouros do mosquito transmissor da doença.
Nesta Ordenança, estabelecem-se parâmetros que a comunidade deve cumprir, como, por exemplo, controlar ou eliminar todos os recipientes naturais ou artificiais que existam no interior e arredores da residência; manter devidamente seguros ou protegidos todo tipo de recipiente utilizado para armazenar água para uso doméstico; proceder à drenagem das águas estagnadas em pátios, jardins e todo espaço do imóvel, bem como a limpeza de calhas de telhado, valetas e canais de escoamento, entre outras medidas.
Quanto ao Município, estabelece-se que este levará a cabo a execução de programas permanentes de limpeza de praças, pequenas praças, parques, zonas verdes, bem como qualquer outro tipo de espaço de uso público, como ruas, calçadas e passagens.
“A Prefeitura é responsável por manter limpos os espaços verdes e por evitar a proliferação de lixões a céu aberto, mas sabemos que os mosquitos têm hábitos domiciliares e nós não podemos entrar nos domicílios”, ressaltou a subsecretária de Saúde.
TRABALHO EM CAMPO
Diferentes áreas municipais, juntamente com líderes de bairro, promotores de Saúde e integrantes da Cruz Vermelha, estarão realizando um trabalho em campo com o objetivo de gerar consciência sobre a prevenção.
Para tranquilidade da população, aqueles que realizarem tal tarefa estarão devidamente identificados. “Pedimos que colaborem conosco nesta campanha, porque precisamos de todos para que o número de casos não aumente”.
ACOMPANHAMENTO DOS CASOS
Por fim, a subsecretária de Saúde assinalou que Concordia lamentavelmente conta com vários casos autóctones e áreas críticas foram identificadas.
Além disso, conjuntamente com o Hospital Felipe Heras, foi criado um setor específico para os pacientes que necessitem de internação, bem como um trabalho em rede com os laboratórios para ter rápido conhecimento dos casos que vão sendo detectados.
Se houver pessoas que tenham acesso à saúde privada e permaneçam internadas, estas, assim como aquelas que o fizerem no referido hospital, terão seus casos acompanhados via telefone, como aconteceu durante a pandemia da COVID.
A Dra. Florencia Prieto, subsecretária de Saúde, enfatizou que a principal ferramenta preventiva é a limpeza “para a qual precisamos da colaboração de toda a comunidade. É importante manter limpos os domicílios, eliminando qualquer elemento que possa permitir a presença do mosquito Aedes Aegypti, especialmente recipientes com água, independentemente do tamanho”, pontuou.
Nesse sentido, ressaltou que, embora a Prefeitura continue realizando fumigações em espaços públicos e fora das residências, estas “erradicam o mosquito adulto de maneira transitória, mas não as larvas; por isso, é preciso revisar cada canto das casas para que não existam locais onde estas proliferem”.
ORDENANÇA
Prieto lembrou que em Concordia existe uma Ordenança do ano de 2009, a 33.822, que tem por objetivo promover ações para prevenir o surgimento autóctone da Dengue nas diferentes variedades e controlar dentro da Jurisdição Municipal de Concordia, e em particular nas zonas mais vulneráveis, os criadouros do mosquito transmissor da doença.
Nesta Ordenança, estabelecem-se parâmetros que a comunidade deve cumprir, como, por exemplo, controlar ou eliminar todos os recipientes naturais ou artificiais que existam no interior e arredores da residência; manter devidamente seguros ou protegidos todo tipo de recipiente utilizado para armazenar água para uso doméstico; proceder à drenagem das águas estagnadas em pátios, jardins e todo espaço do imóvel, bem como a limpeza de calhas de telhado, valetas e canais de escoamento, entre outras medidas.
Quanto ao Município, estabelece-se que este levará a cabo a execução de programas permanentes de limpeza de praças, pequenas praças, parques, zonas verdes, bem como qualquer outro tipo de espaço de uso público, como ruas, calçadas e passagens.
“A Prefeitura é responsável por manter limpos os espaços verdes e por evitar a proliferação de lixões a céu aberto, mas sabemos que os mosquitos têm hábitos domiciliares e nós não podemos entrar nos domicílios”, ressaltou a subsecretária de Saúde.
TRABALHO EM CAMPO
Diferentes áreas municipais, juntamente com líderes de bairro, promotores de Saúde e integrantes da Cruz Vermelha, estarão realizando um trabalho em campo com o objetivo de gerar consciência sobre a prevenção.
Para tranquilidade da população, aqueles que realizarem tal tarefa estarão devidamente identificados. “Pedimos que colaborem conosco nesta campanha, porque precisamos de todos para que o número de casos não aumente”.
ACOMPANHAMENTO DOS CASOS
Por fim, a subsecretária de Saúde assinalou que Concordia lamentavelmente conta com vários casos autóctones e áreas críticas foram identificadas.
Além disso, conjuntamente com o Hospital Felipe Heras, foi criado um setor específico para os pacientes que necessitem de internação, bem como um trabalho em rede com os laboratórios para ter rápido conhecimento dos casos que vão sendo detectados.
Se houver pessoas que tenham acesso à saúde privada e permaneçam internadas, estas, assim como aquelas que o fizerem no referido hospital, terão seus casos acompanhados via telefone, como aconteceu durante a pandemia da COVID.
